domingo, 5 de julho de 2015
Restaurando com amor
Meus pais se casaram em 1956, essa peça era parte de uma penteadeira do jogo de quarto deles. Claro que nem todos os móveis do casal permaneceram, mas esta parte foi mantida e, agora, com nova cara e utilidade volta a "circular" pela casa, trazendo lembranças carinhosas. Vamos para a etapa final da pintura...
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Reciclar para continuar curtindo...
Restaurar pode ser uma oportunidade de resgatar instantes que ficaram perdidos no tempo, além de dar uma cara nova a espaços e objetos sem uso. Foi o que nos aconteceu nos últimos dias...A partir de braços de um sofá usado (dos avós), janelas antigas, espuma e tecidos surgiu uma peça alto astral. Reunidos no projeto, curtimos em família todas as etapas que registramos em imagens.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Bonecos em foco
Os bonecos foram projetados para varandas ou espaços ao ar livre, servem também como pesos para portas
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| Casal enamorado: Zeca e Lurdinha |
Paulinha, Zeca, Lurdinha e Inesita
Lurdinha
Ref. 420
Altura: 0,58 cm
Peso: 5 kg
Corpo de cimento, braços de metal, pernas de ferro
Roupas removíveis: tecido
Zeca e Lurdinha
Zeca
Zeca
Ref 320
Altura: 0,58 cm
Peso: 5 kg
Corpo: cimento, pernas de ferro e braços de metal
Roupas removíveis: tecido
Zeca
Inesita
Ref: 120
Altura: 0,47 cm
Peso: 4 kg
Corpo de cimento, pernas de ferro, braços de metal
Roupas removíveis: tecido
Lurdinha
Zeca e Lurdinha
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Quando existe a paixão...
Bonecos e jardim sempre me atraíram.
Vale cada esforço para vê-los cheios de vida.
Nasci e cresci na zona norte de São Paulo. Era um tempo em que as casas tinham jardins e flores. Na minha, havia muitas roseiras. Minha mãe cuidava delas, e eu, xereta que era, acabava, nos dias de faxina nos canteiros, com espinhos nos pés. Era de lei: meus pés pareciam ter ímãs para espinhos...Mas havia as bocas-de-leão, as margaridas, os amores-perfeitos, as palmas...tão bonitas e mais generosas.
O tempo passou, morei em apartamentos. Cultivei vasos.
Mais tarde, resolvemos morar na chácara. Espaço e terra. Redescobri minha terapia.
Brinquei muito de bonecas. Meus pais sempre me presenteavam com uma no Natal. A madrinha e
avó me ensinou a amá-las. Coleciono algumas de alma rara.
Juntar as duas coisas foi possível através do artesanato. Assim surgiu a ideia de realizar os bonecos de cimento e transformar o jardim.
Tanto as plantas quanto as criações artesanais alimentam a alma de quem as cultiva. São resultado de dedicação e carinho. Ensinam a ter paciência, persistência, responsabilidade e autoconfiança. Devolvem um sentido de realização e bem-estar.
No meu caso, ainda, unem a minha família, pois fazemos tudo em conjunto.
Vale cada esforço para vê-los cheios de vida.
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